As crianças nascem no pecado?

Muitos grupos religiosos ensinam que o pecado é herdado e que, portanto, as crianças nascem em pecado. Esta doutrina forma a base para a prática do batismo das crianças e para o conceito da Imaculada Conceição de Maria.

A Bíblia ensina que o pecado não é hereditário. O pecado é uma violação da lei de Deus (1 João 3:4). O pecado é cometido, não é herdado. Ezequiel simplesmente diz que “o filho não levará a iniquidade do pai” (Ezequiel 18:20). Um homem tem que dar conta a Deus de suas próprias ações e não daquelas feitas por qualquer de seus ancestrais (Romanos 2:6; 14:12; 2 Coríntios 5:10)

A Bíblia ensina que as crianças são sem pecado e que, para entrar no reino de Cristo, temos que nos tornar como uma criancinha, de novo (Mateus 18:1-4; 19:13-15). Paulo falou de um tempo quando ele estava vivo, antes que o pecado entrasse em sua vida (Romanos 7:9). Moisés falou de crianças que não conheceram nem o bem nem o mal (Deuteronômio 1:39). Cristo nasceu de uma mulher e se tornou como seus irmãos em tudo, entretanto ele não foi maculado pela culpa do pecado. Se o pecado fosse hereditário, Jesus teria nascido um pecador (veja Hebreus 2:14-18; 4:15). Quando uma criançacresce, chega o tempo em que ela é atraída por seu próprios desejos, é tentada e peca (Tiago 1:14-15). Nesse tempo ela é culpada de pecado diante de Deus e necessita da salvação. Antes disto, as crianças são puras, sem pecado e seguras aos olhos de Deus.

As doutrinas que vêm desta idéia não são bíblicas. As crianças nunca foram batizadas, no Novo Testamento. Somente aquelas que pudessem crer e se arrepender eram pessoas preparadas para o batismo (Atos 2:38; 8:12: 18:8, etc.) A doutrina da Imaculada Conceição de Maria (que diz que, por milagre, ela nasceu sem a culpa do pecado de Adão) foi inventada para escapar da conseqüência, que Jesus nasceu culpado de pecado. Mas as Escrituras, em lugar nenhum, insinuam que o nascimento de Maria fosse de algum modo fora do comum. Jesus nasceu sem pecado porque todos os homens nascem sem pecado.

Os infantes estão em segurança; eles não têm pecado.

Gary Fisher

 

Complementando…

Quando falsos pastores pregam o contrário disso, eles se baseiam em uma passagem dos salmos em que Davi declara: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.” (Salmos 51 : 5)

DAVI TA FALANDO DE ADULTÉRIO AQUI. Eles (quem prega o contrário) não tiveram revelação de Deus e sim de homens que ensinam errado através dos séculos, não sabem que Davi disse isso por ter sido filho bastardo. Bebê algum nasce em pecado, Deus não imputa pecado de um pra outro, seria injusto, assim como alguém pagar na cadeia o crime de outra pessoa.

Fiquem atentos.

“Acautelai-vos, que ninguém vos engane;” (Mateus 24 : 4)

Guto Lopes

Bem e Mal, Bom e Mau .!

Você sabe definir mal e mau ?Há diferença?, há semelhança?Mal ou mau são paupáveis?Deus criou o mau?

O Mal ELE criou:

“Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas.” (Isaías 45 : 7)

E o ser( anjo ou humano ) mau, Deus criou?

Primeiro devemos entender o que é o mal.

Bom texto pra explicar

“Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a.” (Salmos 34 : 14)

Se eu trocar duas palavras ali como ficaria?

Aparta-te do mau, e seja bom; procura a paz, e segue-a.

Mal portanto é o contrário de bem.Logo, mau é contrário do bom.

“Mau” é um adjetivo e “mal” é um advérbio.

O Homem mau, pratica o mal, mas também pode praticar o bem, mas isso não o torna bom.

Já o Homem bom faz o bem, evidenciado em suas obras pelos seus frutos.O Homem bom pode praticar um mal ao seu próximo, porém isso não o torna mau.

Vamos a um exemplo.

No julgamento de um homem mau.O Cara é um assassino, bandido cruel.Já praticou muitos crimes.

O Juiz que o julga é um homem bom.E O Sentencia a prisão.Que aconteceu?O Juiz aplicou-lhe uma pena, aplicou-lhe um mal. Mas isso não o tornou um homem mau.

Deus já usou muitas vezes o mal pra fazer justiça.Mais Deus é bom e a Sua benignidade dura para sempre.

Da mesma forma quando um pai cristão aplica um castigo ao seu filho. Esse pai lhe fez um mal, mas não indica que seja um homem mau.

Com a palavra Jesus abordando o tema completo:

“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” (Lucas 6 : 45)

Continuando…

Voltando a Lucas 6, precisamos de Versículos auxiliares pra entender melhor.Como já sabemos as diferenças entre bem e mal, e bom e mau, vamos em frente.

“Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? 17 Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. 18 Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. 19 Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.”(MATEUS 7:16-20 16)

” Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. 44 Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas dos abrolhos. 45 O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” (LUCAS 6:43-45 43)

OBJETIVOS

Definir o princípio da frutificação espiritual.Explicar o sentido de “vida frutífera”. Descrever os propósitos da frutificação espiritual.

O termo fruto no Novo Testamento é a tradução do original karpos, que tanto pode significar “o fruto”, quanto “dar fruto”, “frutificar” ou ser “frutífero” (Mt 12:33; Mt 13:23; At 14:17).

Na Bíblia, também é empregado em sentido figurado para indicar o resultado de algo, por exemplo: o produto do ventre dos animais (Dt 28:11); o caráter do justo (Sl 1:3; Pv 11:30); a índole do ímpio e as atitudes dos homens (Pv 1:29-32; Jr 32:19); a mentira (Os 10:13); a santificação (Rm 6:22); a justiça (Fl 1:11), o arrependimento (Lc 3:8) etc…

HOMEM BOM PRODUZ BONS FRUTOS.
Em João 15, Jesus se apresenta como a Videira Verdadeira e utiliza-se de uma simbologia já existente no Antigo Testamento, onde a árvore representa o homem (Jz 9:7-15; Sl 1:3), e a vinha, Israel (Is 5:1-7; Jr 2:21; Os 10:1).

A árvore produz fruto segundo a sua espécie (Gn 1:11). Espécie, no original, mim, designa “especificação” ou “ordem”, portanto, a qualidade do fruto aponta para o caráter de sua árvore (Gn 1:12; Mt 7:17-18). Logo, o crente regenerado pelo Espírito Santo deve originar fruto que dignifique e reflita o caráter moral de Cristo.

A frutificação espiritual segue a mesma regra. João Batista exigiu de seus discípulos: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento” (Mt 3:8). Em João 15:1-16), Jesus enfatizou este princípio esclarecendo aos seus seguidores que, a fim de se desenvolverem espiritualmente, precisavam apresentar abundante fruto para Deus.

De que tipo de fruto Jesus estava falando? A resposta encontra-se em Gálatas 5:22. Por conseguinte, o fruto do Espírito desenvolver no crente um caráter semelhante ao de Cristo, que reflete a imagem de sua pessoa e a natureza santa de Deus.

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” (Gálatas 5 : 22)

Quando o crente não se submete ao Espírito, cede aos desejos da natureza pecaminosa. Mas, ao permitir que Ele controle sua vida, torna-se um solo fértil, onde o fruto é produzido. Mediante o Espírito, conseguimos vencer os desejos da carne* e viver uma vida frutífera.

ROMANOS 8:5-10
Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.

Fruto conforme a espécie. Cada um produz futo segundo a sua espécie. Em João 14:16, lemos as palavras de Jesus aos discípulos: “E eu rogarei ao Pai, ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre”. A palavra outro, no original, denota “outro da mesma espécie”. O Espírito Santo e da mesma espécie que Jesus. Logo, é de sua natureza produzir um caráter semelhante ao de Cristo no crente e da natureza da carne pecaminosa produzir maldade.

A Palavra de Deus é absoluta ao declarar que “os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5:21b). Estas obras da carne são características dos que vivem em pecado (Rm 7:20).

“Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.” (Romanos 7 : 20)

A Palavra de Deus afirma que o crente é recompensado ao dar toda a liberdade ao Espírito Santo para produzir, em seu interior, as qualidades de Cristo.Pedro trata da necessidade de o crente desenvolver as dimensões espirituais da vida cristã. Com este crescimento, vem a maturidade e a estabilidade fundamentais para uma vida vitoriosa sobre a natureza velha e pecaminosa do homem.

“Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”.(II Pedro 1:10-11)

A pessoa é identificada pelo seu fruto. Em Mateus 7:15-23, deparamo-nos com declarações notáveis, proferidas pelo Mestre, acerca da importância do caráter. Assim como nós, os falsos profetas são reconhecidos pelo tipo de fruto que produzem (Mt 7:16-19).

MATEUS 7:15-23 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.

Os sinais contestados pelo fruto.

Jesus acrescentou que algumas pessoas fariam muitas maravilhas, expulsariam demônios em seu nome, porém, Ele jamais as conheceria (Mt 7:22-23). Como é possível? A resposta é encontrada em 2 Tessalonicenses 2:9. Este trecho bíblico comprova ser possível Satanás imitar milagres e dons do Espírito. Contudo, o fruto do Espírito é a marca daqueles que possuem comunhão com o Senhor (Mt 7:17-18; 1 Jo 4:8), e jamais poderá ser imitado.

“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” (Mateus 24 : 24)

Não é possível enganar os escolhidos.

Se você não está em um desses templos heréticos, alegre-se e dê Graças ao SENHOR.A sua Fé em Jesus não se deixou enganar.

OS PROPÓSITOS DA FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL.

Expressar o caráter de Cristo. Todo fruto revela sua árvore de origem. Da mesma maneira, como membros do corpo de Cristo, devemos refletir naturalmente o seu caráter para que o mundo o veja em nós. Quando pessoas tomam conhecimento de nossa confissão cristã, podemos vir a ser a única bíblia que muitas delas “lerão”.

Evidenciar o discipulado. Jesus ensinou que devemos dar “muito fruto” a fim de confirmarmos que somos seus discípulos (Jo 15:8). Ele ressaltou que todo discípulo bem instruído será como o seu mestre (Lc 6:40) Isto significa que não é o bastante aceitar Jesus para afirmar: “Veja, sou crente!” Ele deseja que produzamos muito fruto. Se assim fizermos, estaremos demonstrando que verdadeiramente somos seus discípulos.

JOÃO 15:8

Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.

Abençoar outras pessoas. A manifestação do fruto abençoa ímpios que nos cercam e também crentes que vêem a evidência do fruto espiritual em nós.

Glorificar a Deus (Jo 15:8). O fruto do Espírito é o resultado de uma vida abundante em Cristo. Quando permitimos que a imagem dEle seja refletida em nós, as pessoas glorificam a Deus (Mt 5:16).

MATEUS 5:16

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

Concluindo…

Se entregarmos todo o controle de nossa vida ao Espírito Santo, Ele, infalivelmente, vai produzir o seu fruto em nós através de uma ação contínua e abundante. Como cristão, tudo que concerne ao caráter santificado, ou seja, a nossa semelhança com Cristo, é obra do Santo Espírito “até que Cristo seja formado em vós”.

“Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós;” (Gálatas 4 : 19)

Seja vaso de Honra, seja uma alma boa e produza muitos bons frutos, e serás a IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS.

“Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal”.(proverbios 3:7)

Guto Lopes

A Necessidade do Perdão.

O Perdão é o Fruto maior do Amor.
Quem não tem a capacidade de perdoar,
não tem de amar, não sendo digno de Deus.
Porque Deus é Amor.

Quem ama Perdoa, tem misericórdia,
essa é a condição!
Quem é impiedoso, é classificado Biblicamente
como ímpio, e sabemos que os ímpios
além de não terem PAZ, não Subsistirão
ao Juizo. Cristãos de fato
(não os regidos por doutrinas de demônios ou de homens),
compreendem a importância do Perdão!.

O Perdão é tão essencial a vida dos salvos
que quando Jesus ensinou um modelo de
oração na Bíblia, ELE pede primeiro que
seja feita a vontade do Reino do Deus
Altíssimo e conclui nessa petição rogando
o perdão por nossos pecados pois em tese
já perdoamos os que erraram conosco.
Note ai que há uma pré-condição, e é justa.
Para se obter o perdão de Deus é necessário
que tenhamos primeiro perdoado
ao nosso Semelhante!

Esse princípio da justiça de Deus está no
resumo de toda a lei e os profetas como
nos agraçiou Jesus ensinando-nos.
A Saber, Mateus 22 :

Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração,
e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é:
Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

E arremata: Destes dois mandamentos dependem toda
a lei e os profetas.

E em Mateus 6 : 15 Jesus se faz bem claro na vontade
do Reino de Deus: Se, porém, não perdoardes aos homens
as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará
as vossas ofensas.
E está certíssimo, é uma questão de Justiça.

Mas alguém pode dizer: Não fui eu que errei,
não tem porque eu perdoar ou ser perdoado.
Vamos ver o que dizem as escrituras em Rm 3:10:
Não há um justo, nem um sequer.

Muitos, infelizmente que se dizem cristãos,
não o são, pois são impiedosos ou pra ser
mais claro, são ímpios e suas orações não
passam do teto, e lamentavelmente estão perdidos.

Muitos também que dizem perdoar, ficam se lamentando,
ou “remoendo”, fazendo questão de lembrar esses fatos.
Esses embora não saibam, não perdoaram e prosseguem
em suas vidas “amarguradas”, sem o amor, sem o perdão.

“Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe
são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem
pouco é perdoado pouco ama.”(Lucas 7 : 47)
Verdadeiramente, esse é o amor incondicional,
quem ama na sua plenitude, perdoa na sua plenitude,
sem nada esperar.
Perdoa porque ama!

E foi o que Jesus fez por nós naquela Cruz.
E até no último instante da humilhante morte
ELE rogou por nós: “Pai, perdoa-lhes, porque
não sabem o que fazem”(Lucas 23 : 34).
E ainda roga para aqueles que o imitam:
“MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo,
para que não pequeis; e, se alguém pecar,
temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo,
o justo.” (I João 2 : 1).

Pratiquemos o perdão como regra de FÉ.
“Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas,
e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor,
a paciência, a mansidão.” (I Timóteo 6 : 11)

“Bem-aventurados os misericordiosos,
porque eles alcançarão misericórdia;”
(Mateus 5 : 7)

Sejamos Bem-Aventurados.
A impiedade é um fardo muito pesado,
que leva ao desgaste físico, emocional
e até a morte em muitos casos.

Meu desejo e oração é que o Senhor use essa palavra
para falar profundamente a sua vida e em você sabendo
disto venha produzir grandes frutos para sua felicidade
e glorias ao nome dELE.

Quantos que se dizem cristãos vão torrar
no lago de fogo por serem impiedosos?
É justo, SÃO ÍMPIOS.

Que Deus abra seus olhos espirituais.
Que Deus abra seus olhos da fé e transforme sua vida
e faça os milagres que somente ele pode fazer por você.
Que ele mesmo lhe abençoe e revele os planos que tem
para você, e que você não perca a oportunidade que ELE
lhe dá hoje.
Em Nome de Jesus(Selá)!
Amém !!!

Veja esse documentário sobre o perdão,
e compartilhe com seus irmãos;

Tome posse dessa benção agora pela FÉ.

Guto Lopes

Questões da Oração

ESTAMOS ORANDO CORRETAMENTE?

Se quisermos avaliar o que é e tem sido a oração para nós,
devemos interrogar-nos acerca destas questões:

Sabemos pedir, sabemos agradecer?
Oramos intercedendo por nossos irmãos ou somos egoístas?

Que lugar tem a oração na nossa vida particular?

Que significado atribuímos nós à oração?

No ato de orar sentimo-nos verdadeiramente na presença de Deus?

O que é que normalmente pedimos e que sentimentos exprimimos nas nossas orações?

Cremos verdadeiramente no acolhimento favorável das nossas orações?

Não podemos falar de oração sem falarmos de jejum; tal como não podemos falar de abelhas, sem falarmos de flores.

O jejum é um poderoso auxiliar da oração.

Esta prática consiste na abstinência de qualquer alimento, seja sólido ou líquido, durante um determinado período.

O jejum favorece a nossa relação com Deus porque é um exercício de auto renúncia que nos faz aproximar mais da vontade divina.

Jejuar é uma ação da nossa própria vontade; Deus não intervém diretamente nela. Mas quando o fazemos submetemo-nos a uma prática recomendada por Ele e isso Lhe é agradável.

A nossa mente e o nosso espírito são também beneficiados pelo jejum e até o nosso corpo é.

Os nossos órgãos precisam de descanso, tal como os nossos membros.
Quando ao fim de um dia de trabalho o nosso corpo pede descanso, nós descansamos.
Se passarmos 24 horas sem comer, o nosso estômago, fígado, rins e intestinos também nos agradecem e não morremos por isso.

O nosso cérebro trabalha melhor quando o nosso estômago está vazio.
A irrigação sanguínea que por vezes nos falta na cabeça, está concentrada na nossa digestão; daí o benefício mental do jejum.

Jejuar nunca deve ser uma tentativa de persuadir Deus. Não interpretemos mal os dados bíblicos neste sentido. (2Crónicas 20.1-4 , Esdras 8.21)

Quando se proclamavam jejuns nestes casos era com objectivo de complementar a súplica e de a tornar mais efectiva; nunca com intenção de convencer Deus de alguma coisa.

A igreja primitiva procedia do mesmo modo. (Atos 13.2-3 e 14.23).

Orar é o melhor remédio para todas as crises e carências humanas.
Sem oração, a vida cristã torna-se árida.
Orar é a chave nas mãos da fé que pode abrir o celeiro do Céu, onde estão os inesgotáveis recursos divinos.
É pela oração que nós movemos o coração a Deus!
Há muita solidão e tristeza numa vida sem oração.Jesus orava constantemente, e no período que decorreu entre o início e o término de seu ministério aqui na terra jamais descuidou em orar ao Pai.

Como um pai tem prazer em que o filho o aborde e converse com ele, lhe faça confidências, lhe peça conselhos ou fale dos seus problemas, também Deus tem prazer em que os seus filhos procedam do mesmo modo.

A oração do homem íntegro é o seu contentamento (Provérbios 15.8).

Devemos dar-Lhe frequentemente este prazer.

Certo dia um garotinho tentava arranjar um brinquedo estragado;
mas apesar de todos os seus esforços não o conseguia.
O pai, que o observava, disse entretanto:
– Tens a certeza de que estás usando toda a tua força?

– Estou sim – respondeu o garoto.

– Não estás não – replicou o pai – tu ainda não me pediste para te ajudar.

Esta estória ilustra bem o que é afinal a oração.
Quantos esforços baldados fazemos nós para resolver os nossos problemas, alcançarmos aquilo que almejamos ou conseguir alívio para os males que nos afligem, sem recorrermos àquele que tudo pode e está pronto a ouvir-nos e a abençoar-nos.A oração também pode ser encarada como uma forma de combate.

Por isso alguém disse que os soldados do Senhor lutam melhor de joelhos.

(Colossenses 4.12 ; Filipenses 6.18)

Como um filho, em face do perigo, procura a proteção do pai, assim deveremos fazer nós ao PAI.

Vivemos na época das refeições rápidas, dos duches rápidos, das relações fugazes e…das orações sintéticas, oraçõesrápidas, feitas a correr.

Todavia, se quisermos tirar rendimento do ato de orar, é bom que procuremos uma forma de oração sistemática e os requisitos que isso comporta:

A oração tem um espaço a abranger, tem âmbitos e assuntos nela contidos.

O apóstolo Paulo, dirigindo-se ao jovem presbítero Timóteo, pede-lhe que se suplique e se façam pedidos por todos os homens, sem redutos ou preferências. (1Timóteo 2.1,4) a fim de que todos venham ao conhecimento da verdade.

De seguida refere-se às autoridades (1Timóteo 2.2) que devem merecer também as nossas intercessões, independentemente de ditarem leis justas ou não; ou de estarem a governar bem e de acordo com o nosso sentido ideológico. Se a igreja, no decorrer dos séculos, se tivesse dedicado à oração pelas autoridades, não teríamos tantos países fechados ao evangelho, tanta injustiça social e tantos problemas económicos e políticos.

Devemos orar também por todos os crentes em geral, os jovens e principalmente pelos que estão longe. (Efésios 6.18).

Pela igreja local e universal (Colossenses 1.9-11).

Pelos que são chamados a exercer um ministério ou serviço (1Tessal.5.12-13) e todos os missionários em todas as partes do mundo.

Pelo sucesso da ação evangélica e de todo o trabalho exterior. (Coloss 4.3-4)

Pelos desviados, tentados e agitados. Pelos idosos, desempregados e os que vivem dificuldades.
Pelos doentes, fracos e cansados, física, psíquica e espiritualmente (Tiago 5.13-14)

Pela preparação necessária para a proximidade do reino de Deus.

(Mateus 6.10 ; Apocalipse 22.20)

Pelo povo de Israel e pela paz em Jerusalém. (Salmo 122.6)

Pelos nossos inimigos (Mateus 5.44 ; Lucas 6.28)

Por nós próprios (Salmo 51.1-3,10,15), pelas nossas necessidades quotidianas (Mateus 6.11). Devemos orar a Deus por tudo o que nos diga respeito. (Filipenses 4.6), pois quando nos incluímos nas nossas orações mais fácil se torna levar perante Deus os pedidos pelos outros.
Cada pormenor da nossa própria vida deve ser apresentado junto de Deus.

Algumas petições.

Há exemplos que nos vêm do passado e que ilustram o dever que temos de apresentar a Deus os nossos problemas pessoais:

Ezequias ora pedindo misericórdia (2Reis 20.5-6 ; Isaías 38.1-5)
Bartimeu pediu a sua vista (Mateus 10.46-52).

Ana pediu a Deus um filho e foi atendida (1Samuel 1.27)

Jeremias pede a Deus que o livre dos seus inimigos (Jeremias 11.19-20).
Assim como Elias (1Reis 19.4,10).

Jacó reclama com tenacidade a bênção de Deus e obtém-na. (Génesis 32.26)

Gedeão pede um sinal de confirmação (Juízes 6.36-40).

Muitas são também as orações pessoais de David. (Salmos 61.1-2 / 73.26 / 143.1).

Jonas confessa a Deus o seu ressentimento (Jonas 4.1-4) e obtém uma resposta benevolente.

Saulo deveria ter requerido duma forma muito intensa a misericórdia divina para si próprio (Atos 9.11)

Jabez recebeu de Deus o que pedira. (1Crónicas 4-10)

Não devemos preparar os nossos próprios planos e em seguida pedirmos a Deus para os abençoar. É melhor uma fé simples, que consulta Deus primeiro; e depois formula planos de acordo com a Sua vontade.

Orar por tudo o que nos diz respeito significa que quando oramos procuramos conhecer a vontade do Senhor em relação a nós e saber como viver para Ele, por Ele e com Ele.

Como em tudo na vida, a atividade de oração apresenta determinadas dificuldades.
A vida cristã é uma marcha e uma batalha (Efésios 6.12 ; 2Coríntios 2.10-11), e onde a luta se intensifica mais é precisamente no campo da oração.

Uma das dificuldades mais comuns é o tempo disponível. Não tenho tempo , é a desculpa que o cristão moderno costuma apresentar.
No entanto há sempre tempo para coisas bem menos importantes, para não dizer: sem importância nenhuma.

A agitação a que a sociedade de hoje nos sujeita, por vezes deixa-nos pouco tempo e disposição para as ocupações do espírito.

Quem não tem tempo para orar, não tem tempo para nada que diga respeito a Deus.

Como poderemos superar esta dificuldade e dar à nossa atividade de oração um sentido metódico?

Primeiro, é bom que estabeleçamos uma hora para orarmos (Salmo 55.17).
Uma hora marcada faz com que regulemos a oração em relação ao tempo e ela assim caiba dentro de determinados períodos da nossa vida.
Para não nos esquecermos da hora destinada à oração podemos usar memorizadores: um autocolante no relógio, por exemplo, que está sempre visível e nos faz recordar; um apontamento na agenda; um sinal convencional bem situado, onde nós ponhamos a vista, enfim, tudo aquilo que nos ajude a lembrar o tempo certo que escolhemos.

O melhor tempo para oração é sem dúvida o da manhã (Salmo 5-3), quando ainda não atingimos o período do cansaço e da distração.
Pode-se argumentar que de manhã saímos a correr de casa, que o tempo não chega, mas uma oração completa e bem feita precisa de 5 minutos apenas.
Deitemo-nos 5 minutos mais cedo, poderemos também levantar-nos 5 minutos mais cedo e ter assim o tempo indispensável para orar.

Orar deve ser um contato estreito e direto com Deus, por isso é normal que se torne num ato contínuo, passando a ser assim afinal um estado de espírito.
Só assim é possível os nossos pensamentos estarem em permanente consonância com o Céu.

Devemos estar sempre prontos para a oração instantânea sempre que se nos deparem aflições, lutas e sofrimentos (Salmo 72.12 / 50.15).

Outra dificuldade que às vezes nos surge é a de arranjarmos um local propício para orar. (Marcos 1.35).
Embora o melhor local seja aquele que nos permite uma total evasão e concentração (Mateus 6.6), isso não impede que oremos em qualquer situação.
Não há tempo nem lugar impróprios para orar.
Quando Neemias está perante o rei Artaxerxes e este lhe faz uma pergunta crucial, ora instantaneamente sem se coibir ou incomodar. (Neemias 2.4).

Podemos isolar-nos, concentrar o nosso pensamento em Deus e encontrar plena comunhão com Ele, em meios adversos, através da oração.

Quem acha que sabe orar corretamente vai se surpreender com esse estudo.
Acompanhe essa benção e tome posse pra sua vida!
Todos os dias postarei uma parte até a conclusão.
Graça e paz a todos de boa vontade!

A Bíblia narra diversas situações em que servos de Deus oraram:


No ventre de um grande peixe, em alto mar… Jonas 2.1.
Num terraço… Atos 10.9
Voltado para uma parede 2Reis 20.2
Na prisão… Atos 16.25
Sentados nas areias do deserto… Génesis 21.16
Na montanha… Marcos 6.46
De joelhos na praia… Actos 21.5, etc…

Devemos estar preparados para que de uma forma prática oremos logo que necessário, face ao inesperado. (Isaías 37.14-15)

A oração não pode ser plenamente eficaz se o nosso espírito
não estiver totalmente liberto de assuntos que o possam perturbar.
Para isto devemos contar com uma força poderosa que podemos
desenvolver e que falta a muita gente; A VONTADE.

A vontade rege tanto o coração como a mente;
e era bom que tudo em nós fosse regido pela vontade.
Querer, ter vontade e operar, desenvolve ação;
enquanto que os simples desejos são inativos.

A vontade deve reger também as nossas orações.
Se orarmos usando esta força poderosa,
o pensamento não fica erradio e fixamo-lo no ponto onde queremos.
Muitas orações são simples expressões de desejos emitidos diariamente,
sem haver uma vontade firme.
Não conseguimos encontrar respostas para os nossos pedidos
porque não definimos aquilo que queremos.
Os pedidos são vagos e limitamo-nos a repetições
sem haver uma oração específica.
Costumamos dizer:
Senhor abençoa-me, Senhor dá-nos uma bênção;
mas não especificamos o que queremos realmente receber.
Jesus perguntava às pessoas:
O que queres que te faça?
E ele sabia bem o que eles queriam.
Mas queria ouvir das suas bocas o seu pedido expresso.

A falta de imaginação pode ser outra das dificuldades que encontramos.
Uma imaginação santificada é um dom de Deus para ver o invisível por um esforço da mente.

A Posse antecipada da Benção.
“A posse da benção do milagre antecipada
constitui-se em unir três forças operantes da FÉ.
Acreditar no inacreditável, imaginar o inimaginável
e descrever o indescritível!”

 

A oração é um barómetro que mostra a nossa condição espiritual.
Senão temos tendência natural para a oração, é porque o nosso espírito está enfermo.
Depois de tudo o que foi exposto é possível criar uma anatomia para a oração.
 

Primeiro vejamos a sua mecânica:

A oração funciona duma maneira muito precisa, sendo o desejo a mola impulsionadora, a fé o suporte e a resposta uma consequência natural.
Se tudo isto funcionar, então poderemos dizer que estamos orando convenientemente (2Crónicas 33.12-13)
Em relação à resposta deveremos ter em conta determinados fatores, para não ficarmos confundidos.

Deus responde de maneira multiforme às nossas orações:

Temos respostas diretas e imediatas (2Crónicas 7.1; Génesis 25.21).
Temos respostas diferentes do previsto. (2Crónicas 12.7-9).

Quantas vezes Deus atua em nosso proveito de maneiras imprevistas.
Alguém disse: Pedimos força, e Deus envia-nos dificuldades que nos tornam fortes; pedimos prosperidade, e Deus concede-nos capacidade intelectual e disposição de trabalho proveitoso; pedimos coragem, e Deus expõe-nos ao perigo a fim de vencermos; pedimos favores, e Deus concede-nos oportunidades.

Temos também respostas demoradas (Lucas 18.1-7)

Tardar não é negar.
Por vezes Deus é tardio em responder, para nos provar, ou para nos preparar para a resposta. (Romanos 12.12). Perseverança é a palavra de ordem.
Mesmo que não recebamos exatamente e no tempo desejado o que pedimos, devemos crer que o Senhor nos ouve e sabe o que é melhor pra nós.

E embora nos possa parecer paradoxal, às vezes também temos recusas.
(Jonas 4.1-11)
Pedimos coisas inoportunas e descabidas; e Deus, como bom Pai que é, recusa esses nossos pedidos. (Tiago 4.3)Somos tão falíveis e curtos de vista, que muitas vezes pedimos coisas erradas.

Outro componente que não deve faltar na oração é a ação de graças. Às vezes pedimos, pedimos muito e esquecemo-nos de agradecer. (Filipenses 4.6)

Normas que devem nortear o nosso ato de orar:

Devemos pedir tudo ao Pai, em nome de Jesus. Isto exclui qualquer outro mediador, que não seja ele. (1Timóteo 2.5 ; Hebreus 7.25)

Jesus, o Filho de Deus, concedeu-nos o acesso direto ao Pai; e é possível, desde que nos apresentemos em seu nome, que Deus nos atenda (Mateus 6.9 + João 16.23-24 / 14.13-14)

Devemos acompanhar a nossa prece com louvor, num ato de adoração e reverência.

Não devemos usar de vãs repetições (Mateus 6.7)

Deve ser criado um ambiente calmo e propício. (Mateus 6.6 ;16.13)

Devemos usar uma linguagem proveniente do pensamento; e não rotineira recitação de palavras, uma ladainha que nenhum efeito produz junto de Deus.

Há membros de igreja que são notados por dar muita ênfase ao falar e dizerem sempre as mesmas coisas. Isto denota pouco envolvimento com o ato de orar.
É bom deixarmos que Deus fale primeiro (Salmo 85.8); é nisto que consiste a meditação.
É necessário que falemos com o coração.

Vale mais pôr o coração na prece, sem encontrar palavras
Do que encontrar palavras sem pôr nelas o coração.

A oração deve ser feita também duma forma explícita, definida e perceptível (1Coríntios 14.14-16), sobretudo quando é pública, de modo a que todos entendam as ideias nela contidas.
Deve-se processar como se fosse uma conversa com os nossos pais ou alguém que nos seja querido; como um diálogo.
Devemos sentir a presença de Deus.Não deve haver lugar a exibicionismos (Mateus 6.5).
Alguns crentes infelizmente servem-se da oração para mostrarem que são eloquentes e que têm ideias brilhantes e inspiradas.
A oração deve ser feita com simplicidade.

A simplicidade é a marca da verdadeira grandeza.
E quanto mais simples nós formos a orar, maior grandeza nós daremos a esse ato tão transcendente. (Eclesiastes 5.2)

Simplicidade na vida de oração significa total ausência de artifícios, palavreado, tensão, pretensiosismo e esforço pessoal.
A oração deve libertar-nos de todos os esforços.

Por isto mesmo é que devemos orar no Espírito, pois é ele que ajuda as nossas fraquezas. (Efésios 6.18).
O Espírito Santo é que dá verdadeira vida às nossas orações.

Ele é a fonte de toda a energia que usamos ao orar (Judas 20 ; Romanos 8.26-27). Sem o Espírito de Deus a oração torna-se árida, fria e formal.
(Efésios 5.18 ; Zacarias 12.10)

E finalmente devemos ser naturais.

Os homens e mulheres de Deus eram naturais nas suas preces.
Moisés, que viveu com Deus em verdadeira intimidade, teve frases que se tornaram famosas:

Rogo-te que me mostres a tua glória (Êxodo 33.18)
Rogo-te que me faças saber neste momento o teu caminho. (Êxodo 33.13)
Eram pedidos diretos e sem rodeios.
Lembremos também a conversa de Abraão com Deus. (Génesis 18.23)

Continuando a nossa anatomia da oração, analisemos as condições que lhe são inerentes e sem as quais pode haver lugar a impedimentos:

Pedir, apesar de sabermos que Deus conhece as nossas necessidades, antes de lhe pedirmos. (Mateus 6.8)
Para termos comunhão com Deus é preciso ter algo que lhe dizer, mesmo que seja algo que Ele já sabe.
Isto é o mesmo que conversar sobre assuntos já tratados.
Afinal esta condição leva-nos a sentir necessidade do seu auxílio.
(Mateus 7.7 ; Salmo 107.4-6)
Pedir com fé. É preciso que creiamos nas promessas de Deus, na sua misericórdia e no alcance do seu poder. (Hebreus 11.6 ; Mateus 21.21-22 ; Marcos 11.24 / 9.23 ; Tiago 1.6)
Pedir com a consciência limpa (1João 3.21 ; 1Timóteo 3.9 / 1.19 ; Salmo 66.18)
É preciso também estar em Cristo (João 15.7); e ser praticante da Palavra. (1João 3.22,24 ; Romanos 2.13 ; Tiago 1.23-25 ; Provérbios 28.9)

É indispensável que tenhamos um conhecimento prévio da Palavra de Deus, para que as nossas orações sejam baseadas nela, a fim de não pedirmos erradamente.
A leitura da Bíblia e a oração devem andar juntas, captando a mensagem Divina e meditando sobre a “coisa certa”.

Sabendo que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus. (Romanos 8.28)

Há uma outra condição que quando não observada, pode ser impeditiva de as nossas orações terem um bom acolhimento por parte de Deus, é a nossa relação com o próximo. (Mateus 5.23-24 ; 1Timóteo 2.8 ; Mateus 11.25)

Existem muitas coisas que paralisam a arma da fé e impedem que recebamos de Deus os seus inesgotáveis recursos que Ele está sempre pronto a conceder-nos.

O primeiro obstáculo é o espírito farisaico, a hipocrisia, que faz com que Deus nos volte o rosto. (Lucas 18.9-14 ; Mateus 16.6,12)
O segundo obstáculo é a desobediência orgulhosa, a obstinação.
Quando não nos humilhamos sob a potente mão de Deus é difícil que Ele olhe para nós com benevolência. (Isaías 59.2 ; 2 Crónicas 7.14 ;Ezequiel 2.8)
A essência da rebelião é cada um fazer as coisas à sua maneira.
A falta de confiança em Deus é também outro obstáculo ao bom acolhimento das nossas preces.
Elias foi chamado o gigante da oração, porque ele recorria a ela ousadamente e fazia dela a sua maior arma. (1Reis 17.1-7, 14-24 / 18.36-37, 42-46 ; Tiago 5.17-18)
Como poderemos orar, sem confiarmos que seremos atendidos?
Por vezes olhamos muito para nós, para as nossas misérias, questionamos acerca dos nossos méritos; e não confiamos na misericórdia Divina.
Somos muito calculistas e não confiamos plenamente nas promessas que Jesus nos faz. (Salmo 37.5 / 34.8 ; Hebreus 4.16)

Um grande obstáculo também é o egoísmo.

Quando só pensamos em nós e nas coisas terrenas que nos dão prazer,
Deus Recusa-se a atender-nos. (Tiago 4.3)

E finalmente temos o obstáculo da contradição da vontade Divina, que tem uma relação direta com uma das condições:

A que diz respeito ao conhecimento antecipado daquilo que Deus quer
(1João 5.14-15)

Deus promete responder somente às orações daqueles que estiverem identificados com Ele.
Deus nunca recusa responder a uma só petição, desde que observemos as suas condições (Atos 8.22 ; 2 Timóteo 2.22 ; Isaías 1.15)

Se a oração não obtém resposta é porque não chegou ao Céu.
E se chegou, Deus dá-nos uma resposta.

A completa rendição das nossas vidas dá o privilégio de se pedir tudo quanto se quiser, porque não há possibilidade de o verdadeiro consagrado pedir erroneamente.
E nunca esqueçamos: Pedi o que quiserdes – diz o Senhor ; e não pedi o que vos apetecer…

Também há 3 obstáculos a ter em conta:

O jugo, e claro que não é o jugo de Jesus (Mateus 11.28-30), que consiste na paciência, honestidade, justiça, temperança, abnegação, confiança, amor, paz e santidade; mas o jugo dos homens que ele refere como fardos pesados
(Mateus 23.2-4, 13, 15, 23-24).

O estender do dedo, ou o gesto ameaçador, compulsivo e condenatório.
Esta é uma das razões porque muitos que se dizem cristãos nunca recebem respostas satisfatórias às suas orações. (Mateus 7.1-5 ; Lucas 6.36-38).

A linguagem iníqua ou o falar vaidade, tem muito a ver com o uso que damos ao órgão mais perigoso que temos no nosso corpo.
(Mateus 15.11 ; Provérbios 10.14 / 18.7 ; 1Coríntios 5.11 / 6.10).

Quando pensamos e falamos de moralidade, associamo-la vulgarmente à castidade.
Mas moralidade não tem só a ver com os costumes sexuais; ela é também equidade, prudência, compaixão e benedicência.

Nenhuma oração de um maldizente passa pelas portas do Céu.

Podemos dividir a oração em duas modalidades:

A oração privada e a oração pública.
Sem existirem grandes diferenças entre uma e outra no que respeita à forma e ao conteúdo, achamos que a oração pública merece alguns cuidados e comporta regras a que devemos dar atenção.
Enquanto que a oração privada pode ser feita quase sem palavras, a pública já deve conter a expressão verbal das ideias, de modo a que o nosso irmão, que participa dela, possa entender e finalizar conosco no amém.
Nas nossas orações secretas, as quais são a energia da alma, levamos a Deus as nossas perplexidades, dúvidas, ansiedades, tribulações, decepções e desabafos como o fez Neemias (1.4-6), Jesus Cristo (Lucas 9.18), Ana (1Samuel 1.13) e outros servos de Deus.

Nas orações públicas é evidente que os assuntos devem ser mais genéricos e que digam respeito a toda a congregação; as palavras devem ser explícitas e as ideias claras. Mesmo que não encontremos as palavras certas, naoração privada, Deus entende muito bem qual é a nossa intenção; agora, em relação à oração pública, é preferível dizer coisas simples, em vez de rebuscar ideias e referir assuntos que ninguém entende o que seja.
É também importante sabermos que a intensidade da oração não depende do nosso tom de voz. Não é a gritaria e o aparato que chegam ao Céu. Qualquer oração pode ser intensa e sentida, mesmo feita nos moldes mais sóbrios e serenos.
É natural que clamemos (Salmo 39.12 / 17.1-6), mas sem pieguices e sem muito alarde. (1Crónicas 5.20)
Deus precisa de ouvir as nossas preces (Salmo 65.2 / 66.19),
mas não é surdo; não precisamos de gritaria para chegarmos aos seus ouvidos.
Decerto que quando os nossos antepassados irmãos levantavam a voz a Deus, o faziam com singeleza e solenidade; e não alacremente e a tocar as raias da irreverência.
Falavam, e a prova de que falavam é que pôde ficar registado o que disseram (Actos 1.24 ; Marcos 14.39) mas falavam comedidamente.
Quando Paulo ora no templo e é arrebatado para fora de si (Atos 22.17), concerteza que orava intensamente, o que não impedia que o fizesse de maneira discreta. Naturalmente quem estava ao seu redor nem se apercebeu do que se estava a passar.
Orar no Espírito, não significa agitação.

A oração em privado, no silêncio do nosso aposento, ou na montanha, é uma fonte inesgotável de bênçãos.
Mas a oração pública na igreja também é necessária.
Quando saímos da esfera de convivência dos nossos irmãos, as nossas orações tornam-se pessoais e egoístas.
Quando oramos isolados, as nossas orações tornam-se formais e rotineiras.
Por outro lado se a oração não for a nossa atitude habitual na vida particular, nunca poderemos orar com propriedade perante a igreja.
Se nos habituarmos a falar com Jesus Cristo em privado e em convívio, sentiremos muito mais a sua presença.

Recomendações para a oração pública:

Não exortes, nem menciones os defeitos dos outros. Não ensines.Não procures palavras escolhidas, nem frases muito pomposas.

Não mistures palavras e expressões bíblicas que significam coisas diferentes.

Não faças presunçosas meditações nem discursos, expondo as verdades da Palavra de Deus.
Lembra-te que estás a falar para Deus e não para os circunstantes.

Não faças citações despropositadas.

Não percas tempo a repetir sempre as mesmas coisas, ainda que de forma diferente.

Ora com um fim determinado, evitando coisas de carácter pessoal. Pensa sobretudo na glória de Deus, na Sua obra e acção na igreja, o Seu povo, na salvação das almas e nas necessidades coletivas da igreja.

Não digas demasiadas vezes: Ó Senhor, bendito Deus, Senhor Jesus, Pai, etc. Isto chega a tornar-se irreverente.

Não estendas a oração por muito tempo.
Sê sucinto e objectivo.
Diz com precisão e sem rodeios o que pretendes.
Sê natural.

Nunca procures fazer a oração com eloquência.
Ora em voz distinta, de modo a que todos te ouçam e compreendam; mas não grites.

Postura.

Uma questão que por vezes se coloca é a de qual a postura correta para nos dirigirmos a Deus.
É evidente que a própria cultura hebraica, os seus costumes e preceitos litúrgicos nos levarão a concluir que a posição mais correta é de joelhos.
O Salmo 95.6, os textos de Atos 21.5, Efésios 3.14 e Lucas 22.41 dão-nos uma informação precisa acerca da postura que os antigos usavam para a oração.
Retirando a estes casos toda a carga de tradição, de usos e costumes até de outras religiões congeneres, somos levados a crer que efetivamente o cristão deve orar de joelhos.
Não que isto seja uma norma absolutamente obrigatória, mas porque a tradição no-lo recomenda.
Quando oro de joelhos é porque estou postado perante um objeto.
E Deus deixa de ser um objeto no culto cristão, para passar a ser adorado em espírito e em verdade.
E o espírito não tem joelhos.
Não é portanto condição obrigatória postar-me dessa maneira.

Do texto que está em 1 Timóteo 4.8 entendemos também que um gesto que deve acompanhar as orações é o de levantar as mãos.
Gesto que infelizmente tem perdido o uso em muitas igrejas.
Há até quem diga que levantar as mãos a Deus em ação de louvor, não é correto.

Mas não é isto que a Sagrada Escritura nos dá a entender.
(Salmo 143.6 / 134.2 / 141.2 / 28.2)

Habituemo-nos a levantar as nossas mãos em ato de homenagem quando pronunciamos as nossas orações.
Essa é uma atitude que agrada a Deus, pois assim o faziam os homens santos de antigamente.


Sempre que possível, ajoelhemos, postemo-nos ante Aquele que nos criou.
E unido o nosso espírito ao Espírito de Deus, finalizemos dizendo:
SEJA FEITA A TUA VONTADE.AMÉM !!!

Passagens para reflexão:

Não adianta orar sem Temor.

“O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai a humildade.” (Provérbios 15 : 33)

Para meditação.


“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições
sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica,
com ação de graças.” (Filipenses 4 : 6)
“Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos,
E os seus ouvidos atentos às suas orações;
Mas o rosto do Senhor é contra os que
fazem o mal.” (I Pedro 3 : 12)
Mesmo que até a tua mãe te abandone…

“Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.” (Isaías 49 : 15)
“Ele atenderá à oração do desamparado,
e não desprezará a sua oração“.
(Salmos 102:17)

A oração é ordenada por Deus, sem oração não há comunhão (“Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto”. Is 55.6 vejam também: Mt 7.7 e Fp 4.6).
Há muitos crentes que querem crescer na presença de Deus, serem úteis à obra, no entanto, não reservam tempo para orar; quando o faz é na igreja (cultos) ou no final da noite quando vão dormir, devido ao cansaço, somado ao sono, torna-se mecânica (repetitiva) e desprovida de “óleo”, uma oração sem vida.
Esta prática é rejeitada por Deus e não sobe diante do Trono.
Sim, devemos orar na igreja, ao amanhecer, antes de dormir, a todo o momento; mas com zelo (“Assim também o Espírito de Deus vem nos ajudar na nossa fraqueza. Pois não sabemos como devemos orar, mas o Espírito de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor.
E Deus, que vê o que está dentro do coração, sabe qual é o pensamento do Espírito. Porque o Espírito pede em favor do povo de Deus e pede de acordo com a vontade de Deus”. (Rm 8.26,27)
É comum encontrarmos irmãos lamentando por não serem ouvidos pelo Senhor, dificilmente colhem frutos de suas orações. Onde está o erro, no Senhor Deus? De forma alguma.
Veja algumas das causas, pelas quais as orações não são atendidas:

1- Os Objetivos (“E, quando pedem, não recebem porque os seus motivos são maus. Vocês pedem coisas a fim de usá-las para os seus próprios prazeres.” Tg 4.3);
2- Corações impuros, cheios dos desejos carnais (“Mas, se eu tivesse guardado maus pensamentos no coração, o Senhor não teria me ouvido”. Sl 66.18);

3- Vida em pecado (“Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende”. Jo 9.31).

A oração que sobe como “aroma agradável” até o Senhor tem as seguintes qualificações:

1- Através do Espírito Santo (“Porém vocês, meus amigos, continuem a progredir na sua fé, que é a fé mais sagrada que existe. Orem guiados pelo Espírito Santo”. Jd 20);

2- Coração cheio de fé (“Se crerem, receberão tudo o que pedirem em oração”. Mt 21.22);

3- Vida pura e contrita (“Portanto, cheguemos perto de Deus com um coração sincero e uma fé firme, com a consciência limpa das nossas culpas e com o corpo lavado com água pura”. Hb 10.22);

4- Ser sábio nas petições (“Vou orar com o meu espírito, mas também vou orar com a minha inteligência.” 1Co 14.15);

5- Com sinceridade (“Ó SENHOR Deus, atende o meu pedido de justiça! Escuta o meu pedido de ajuda. Ouve a oraçãoque faço com sinceridade”. Sl 17.1);

6- Santidade (“Quero que em todos os lugares os homens orem, homens dedicados a Deus; e que, ao orarem, eles levantem as mãos, sem ódio e sem brigas”. 1Tm 2.8);

7- Humildade (“se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar”. 2Cr 7.14,15);

8- Incessante (“Orai sem cessar”. 1Ts 5.17 e “…põe a sua esperança em Deus e ora, de dia e de noite, pedindo a ajuda dele”. 1Tm 5.5);

9- Orar em qualquer lugar (“Quero que em todos os lugares os homens orem, homens dedicados a Deus”. 1Tm 2.8).
A nossa ligação com o Senhor obrigatoriamente precisa ser íntima, isto implica em possuir a Sua mente, ou seja, pensarmos e agirmos de à Sua semelhança.
“Não se preocupem com nada, mas em todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração agradecido”. Fp 4.6

Em Salmos é recomendável orar também.

A grande maioria dos Salmos é o Homem conversando com Deus, e podemos até fazer algumas adaptações para que aoração fique bem objetiva.
Por exemplo o Salmo 40 que começa assim:

Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.

Note que é um testemunho que o salmista dá, como em muitos.
Poderíamos orar assim:

Espero com paciência em Tí, SENHOR, e Tu se inclinas para mim, e ouves o meu clamor.

Com o tempo e a dedicação em melhor conversar com o Senhor, você receberá a capacitação do Espírito Santo, e quando menos esperar, estará desenvolvendo orações maravilhosas,de acordo com a vontade do Santíssimo.

 

 

Medite.

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.” (Efésios 6 : 11)

Um coração temente ao Deus que serve, contrito e arrependido, e é pela oração movida pela fé que tornamo-nos uma fortaleza.

1-Invocando o SENHOR na oração.


” Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei e tu me glorificarás.” ( Salmo 50:15 )

Dia indesejado por todos é o dia da angústia. Ninguém espera, ninguém procura, mas ele aparece assim mesmo, provocando um comportamento sombrio, irritadiço e deprimente na vida do ser humano. Deus apresenta um remédio para este dia: ” invoca-me”
Podemos estar fracos e desanimados em decorrência da angústia, mas ninguém fica incapacitado de invocar ao Senhor. É no clamor que elevamos a Ele que rompemos as cadeias da angústia e abrimos o caminho da vitória. É certo que Ele nos livrará , pois é sua promessa; após a vitória, fluirá em nós o louvor.


O passo é simples: invocamos, Deus nos livra, nós o glorificamos.
Este será sempre o resultado que de quem clama ao Senhor: o louvor.

Você já clamou a Deus hoje ? Já o glorificou pelo livramento ?
AD


Bendito seja o nome do Senhor!

“Todo o que o Pai me dá virá a mim;
e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.”
(João 6 : 37)

DIZ ELE : “INVOCA-ME !!!” ( INVOQUE-O).

2-Um outro aspecto a se considerar para termos um bom relacionamento com o Santíssimo é :

Domínio Próprio e Paciência.

Para vencermos em Cristo Jesus, dentre outros, é necessário
exercemos esses dons do Espírito Santo simultâneamente em nossas vidas:

Domínio Próprio e Paciência.

O Domínio Próprio é exercido pela autoridade
de Jesus Cristo que temos direito
quando o aceitamos como único e suficiente
salvador.

Ter domínio próprio é fazer com que os sentimentos
bons sejam fortalecidos e canalizados para que possam ser aperfeiçoados.
Assim, o amor deve alcançar o seu objetivo.

Domínio próprio, portanto, é a capacidade efetiva
que o cristão deve ter de controlar seu corpo e sua mente.
Quando fez o homem, Deus deu-lhe o privilégio de dominar
sobre todas as coisas. (Gênesis 1.26)

Se os nossos sentimentos nos definem, nossos desejos nos constituem.
Nós somos aquilo que desejamos.
Como ensinou Jesus, onde estiver o nosso tesouro, isto é,
os nossos desejos, aí estará também o nosso coração. (Mateus 6:21)

Desejamos coisas legítimas e coisas ilegítimas.
Nem todos os nossos desejos são pecaminosos.
Sejam quais forem, no entanto, se eles nos controlarem,
passam a ser pecaminosos.

O fruto do Espírito é o auto-controle.

Valorize a disciplina.
Quando Jesus disse que, se o nosso olho nos levar ao escândalo,
devemos arrancá-lo, ele estava lembrando que precisamos subjugar
o nosso corpo, quando este nos subjuga.
Ponha objetivos na vida e se empenhe para alcançá-los.
O auto-controle é o resultado da disciplina e do esforço próprio.
Deixe-se conduzir pelo Espírito de Deus.
O domínio próprio só é possível por meio de Sua ação em nós.

A PACIÊNCIA.

A Paciência é um aspecto importante
do amor de Deus em nossas vidas.
O Dom da Paciência é operado pela Fé,
e Deus não opera em meio a ansiedade:

Conselho certo.

“Ora, o Deus de paciência e consolação vos
conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus.” (Romanos 15 : 5)

A Resposta do Senhor.

“ESPEREI com paciência no SENHOR,
e ele se inclinou para mim,
e ouviu o meu clamor.”
(Salmos 40 : 1)

A Justificativa Bíblica.

“Ao único Deus sábio, Salvador nosso,
seja glória e majestade, domínio e poder,
agora, e para todo o sempre. Amém.”
(Judas 1 : 25)

3-A Intercessão

Uma das formas que podemos mais ajudaruma pessoa é intercedendo
por ela em oração, Deus se agrada muito disso,tanto é que a palavra
diz que devemos orar até por nossos inimigos.
Além disso, o Senhor é Justíssimo e vai operar bençãos
se julgar necessário dos dois lados.
Lembre-se porém que toda a oraçãoé sondada.

Por este menino orava eu; e o SENHOR atendeu à minha petição,
que eu lhe tinha feito. (1 Samuel 1:27)

Não importa nem o lugar e nem a distância que separa o intercessor
do aflito, ou Deus de ambos:

“Porventura sou eu Deus de perto, diz o SENHOR, e não também Deus de longe?” (Jeremias 23 : 23)

Por ser Onipresente ELE se fará presente onde for invocado.
Tome posse!!!

Pra meditar

“OUVE, SENHOR, a justiça; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos.” (Salmos 17 : 1)

Aqui o Salmista entra em Juizo com Deus.

Quem serve só ao único Deus pode invocar a Sua justiça.

“E não entres em juízo com o teu servo,
porque à tua vista não se achará justo nenhum vivente.”
(Salmos 143 : 2)

Aqui o Salmista reconhece perante Deus que não merece a salvação
por méritos próprios.
Isso é primordial em um bom relacionamento com Deus,
reconhecer essa verdade.

Devemos seguir esse exemplo em todo o tempo de vida!

Essencial na oração:

“Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmos 51 : 17)
2-“Em Deus nos gloriamos todo o dia,
e louvamos o teu nome eternamente. (Selá.)”
(Salmos 44 : 8)Amém !!!
O que é Selá?

Selá é uma pausa para que o nosso pensamento seja elevado a Deus.
É um suspiro pausado de alegria, quando alguém que amamos chega inesperadamente a nossa frente ou a nossa casa. Seria uma espécie de interjeição de alegria ou satisfação.
Selá é o expressar harmonioso de todas as fibras de um coração que ansiasse pelo auxílio de Deus e de repente sentisse a doce serenidade da presença divina, como aqui nesse Salmo.

Pratique o Selá conciente e arremate na presença de Deus com um firme amém.
Isso vai engrandecer ainda mais o Santo Nome do Senhor!

3-

Que Deus te Abençoe.

É uma das formas de orar, pois Deus é invocado.

Nunca fale como o mundo:

Dorme com Deus.
Vai com Deus
Fica com Deus
Deus te abençoe

Fácil entender quando clamamos e não falamos da boca pra fora – AUTOMÁTICO.
Quem se comporta assim não agrada ao Senhor.

Nunca diga como já vi até quem se diz pastor assim: Deus te abençoe.

Não mandamos no Altíssimo.

Diga : Que Deus te abençoe.( esse “que” manifesta submissão e humildade).

E quando desejar essa benção, olhe nos olhos de quem você deseja
que receba a benção;
E se receber diga Amém, que assim seja, que ELE te abençoe também.

Ae sim, Deus será honrado com a boca e com o coração.

Que Deus te abençoe,( selá ).
Amém!!!

4-

O Perdão

“E perdoa-nos os nossos pecados,
pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve,
e não nos conduzas em tentação,
mas livra-nos do mal.”
(Lucas 11 : 4)Amém !!!

Ae O Senhor Jesus roga o perdão por nós.
Note que há um pré-condição:
É preciso perdoarmos antes a QUALQUER que nos
deve, ou nos prejudicou.

5-A Súplica.
 
“AMO ao SENHOR, porque ele ouviu a
minha voz e a minha súplica.”
(Salmos 116 : 1)

O que é Súplica?
E como se faz corretamente uma Súplica?
Súplica e a Oração feita com insistência
e submissão total a Deus e seus mandamentos.
É uma petição ao Senhor de um favor ( Graça ).

Ideal é que seja feita mediante Jejum junto.

6-

O Que dá prazer a Deus.

“Trouxe-me para um lugar espaçoso;
livrou-me, porque tinha prazer em mim.”
(Salmos 18 : 19)

Que prazer é esse que o Salmista fala?

Primeiro precisamos entender que Deus é fiel.

Ele é recíproco e tem prazer em quem tem prazer nELE.

A resposta está lá no início, o homem do salmo 1:

“Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR,
e na sua lei medita de dia e de noite.”
(Salmos 1 : 2)
7-

Trechos do Salmo 69

Tu, ó Deus, bem conheces a minha estultice; e os meus pecados não te são encobertos

Eu, porém, faço a minha oração a ti, SENHOR, num tempo aceitável; ó Deus, ouve-me segundo a grandeza da tua misericórdia, segundo a verdade da tua salvação.

Ouve-me, SENHOR, pois boa é a tua misericórdia. Olha para mim segundo a tua muitíssima piedade.


Estutície é o mesmo que tolice, imbecilidade.
Ele reconhece que por isso pecou assim como muitos de nós.
Por pura tolice.
E reconhece que Deus sabe tudo que acontece conosco, assim como
os motivos de nos levam a pecar.

Então Davi invoca a misericódia do Altíssimo e O glorifica Por tão Grande piedade.
Certamente ele comoveu o coração de Deus.

Tome posse!

Vamos falar do Principal Objetivo da Oração.

É o Arrependimento.
É sabido que o único pecado que não pode ser perdoado é a Blasfêmia contra o Espírito Santo.

“Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.” (Mateus 12 : 31)

Isso é uma questão de justiça, pois a Blasfêmia impede o Espírito Santo de Agir, não causando o arrependimento da alma pecadora.
Ora, se sabemos que o Espírito Santo é o agente que nos concientisa do pecado,
devemos orar para que ELE faça-nos lembrar de TODOS OS PECADOS cometidos e consequentemente possamos nos arrepender dos mesmos, Haja visto
que o Pai está pré-disposto a nos perdoar e que Jesus é quem advoga junto a ELE
ao nosso favor, desde que nos arrependamos de fato.

Devemos nos esforçar para que lembre-mo-nos dos pecados cometidos, fazendo uma retrospectiva de ano a ano de nossas vidas, com muita paciência.
Considere também que o que podemos achar não ser pecado, é pecado por ter
transgredido a lei de Deus, caracterizando assim uma das formas de Blasfêmia
contra o Espírito Santo.

Portanto é fundamental que oremos para que ELE ajude-nos a lembrar e que peçamos com humildade esse favor ( Graça ) de Deus nesse processo que pode ser longo, dependendo de quantas e quais vezes pecamos.

Novamente o Jejum é uma excelente “ferramenta” assim como em todas e quaisquer conversas com Deus.
Se precisar de ajuda nas orações nunca diga “ore por mim”, isso é relaxamento
espíritual e Deus percebe suas intensões.
Diga “Ore comigo” e não tenha vergonha de chorar quando o Espírito Santo
“pairar” sobre você, isso lavará a sua alma!
Senão estiveres preparado(a) para orar coletivamente, ore em seu quarto conforme instruções de Jesus em (Mateus 6 : 6).
O Choro é bom porque é a vergonha do pecado!

Liberte-se e tenha boas conversas com Deus.


Guto Lopes